Saúde da mulher

Estilo de vida

Certamente você já ouviu falar ou conhece alguém com psoríase, doença inflamatória crônica, não contagiosa, que atinge cerca de 2% da população mundial.
No Brasil, segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de
Dermatologia (SBD), em 2017, a psoríase atinge 1,31% das pessoas, sendo mais prevalente no Sul (1,86%) e no Sudeste (1,88%), possivelmente por conta de menor irradiação solar e da maior ascendência europeia nessas regiões.

Todas as mulheres têm direito ao acesso à saúde integral, humanizada e de qualidade, livre de qualquer forma de preconceito ou discriminação por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Desta forma, é importante o autocuidado e a mudança de hábitos para um estilo de vida mais saudável.

Falar em direito à saúde implica em uma perspectiva de cuidado integral, completo, em que os profissionais considerem as singularidades das mulheres, com suas histórias, hábitos e contextos familiares, em especial considerando as condições diferenciadas das mulheres em situação de rua, com deficiência, com transtornos mentais, negras, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, mulheres do campo, da floresta e das águas, indígenas, ciganas, idosas, em uso de álcool e outras drogas, privadas de liberdade, entre outras. Historicamente esses grupos são marcados por exclusão social, o que provoca acesso desigual a bens e serviços.

Ginecologista: qual a importância e o que faz

Podemos dizer que este é o profissional médico mais presente na vida das mulheres, em diferentes fases da vida. Na puberdade e adolescência, na introdução aos métodos contraceptivos, no início da vida sexual, na gestação, no tratamento de condições médicas, na menopausa e em tantas outras questões, é com o ginecologista que as mulheres podem contar.

Por ser tão importante para a saúde feminina, é fundamental conhecer o que faz esse profissional e quando procurá-lo.

Saiba o que é a ginecologia

A ginecologia, considerada a ciência da mulher, é a especialidade médica responsável por estudar, diagnosticar e tratar questões fisiológicas e patológicas da saúde feminina, especificamente à do aparelho reprodutor (ovários, vagina e útero) e mamas.

Então, ginecologistas são profissionais especializados que prestam atendimento e dão especial atenção à saúde da mulher.

São várias as patologias diagnosticadas e tratadas por esta especialidade, tais como a descoberta de DST’s, prevenção de câncer do colo do útero, acompanhamento do uso de anticoncepcionais, descoberta e acompanhamento gestacional, diagnóstico e prevenção do câncer de mama e outras condições.

Normalmente, o primeiro contato das mulheres com os profissionais de ginecologia acontece na adolescência, quando o pediatra não é o médico mais adequado para acompanhar e solucionar questões que envolvem, por exemplo, o início da vida sexual.

Geralmente, os ginecologistas também trabalham como obstetras, acompanhando as mulheres durante o período gestacional e no momento do parto, área médica conhecida como ginecologia e obstetrícia.

Ginecologia e obstetrícia

É comum que ginecologistas também trabalhem ou tenham amplo conhecimento em obstetrícia, devido à proximidade das áreas.

Enquanto o ginecologista atua nas diversas esferas da saúde da mulher, o obstetra se volta ao período gestacional, ao parto e ao pós-parto.

Normalmente, a especialização do médico contempla ambas as áreas, fazendo com que, muitas vezes, seja complexo separá-las, logo que durante a gestação, o obstetra será capaz de atender às necessidades da saúde íntima da mulher também.

Ginecologia infantil

A ginecologia infantil ou ginecologia infanto puberal é considerada uma subespecialidade da área, pois atende especificamente crianças e adolescentes. As queixas levadas para os consultórios podem variar de acordo com a idade da menina.

A partir dos 8 ou 9 anos, por exemplo, as dúvidas que podem surgir se referem à puberdade, crescimento das mamas, dos pelos ou do início da menstruação. Geralmente, o início dos ciclos menstruais ocorre por volta dos 12 a 14 anos, portanto, nessa faixa etária é comum que as pacientes visitem o ginecologista para entender questões como cólica e menstruação irregular.

Primeira consulta com o ginecologista

Não é comum que o ginecologista realize um exame clínico na primeira consulta. Normalmente, a primeira visita ao ginecologista acontece logo após o primeiro ciclo menstrual, entre os 9 e 15 anos de idade da menina.

O médico deve, nesse momento, fazer perguntas em relação ao seu ciclo, aos sintomas que apresenta (cólica, dores nas mamas, variações de humor) e explicar para a paciente como funciona a menstruação.

É possível que exista um sentimento de vergonha ou insegurança antes da primeira consulta com o ginecologista, por isso é importante que os profissionais consigam estabelecer uma relação de confiança com as pacientes.

O uso de métodos contraceptivos, a educação sexual e as informações sobre sexualidade também podem e devem integrar a consulta, sendo que a informação precoce é o melhor modo de conscientizar as mulheres sobre a importância do cuidado à saúde.

Quando realizar o primeiro exame ginecológico?

Não existe um consenso em relação a idade ideal para se consultar com o ginecologista. O mais indicado é buscar tratamento sempre que apresentarem algum sintoma ou por volta dos 21 anos. Contudo, vai depender de cada caso ou de quando iniciar a vida sexual.  

O que fazer antes da consulta ginecológica?

Existem algumas recomendações e dicas que devem ser seguidas antes de se consultar com um ginecologista. Essas orientações são feitas para que os exames possam ser realizados sem qualquer impeditivo. Nesses casos, a mulher deve:

  • Agendar a consulta após 7 dias da menstruação;
  • Esvaziar a bexiga antes da consulta e da realização de algum exame específico (salvo aqueles que solicitem o contrário);
  • Evitar relações sexuais um dia antes da consulta, para não provocar alterações no pH vaginal;
  • Evitar ducha vaginal, pois pode interferir no exame de papanicolau;
  • Evitar cremes vaginais durante 3 dias antes da consulta;
  • Buscar ficar o mais tranquila possível, pois durante a realização dos exames, a contração dos músculos pode causar dores;
  • Usar roupas com 2 peças, evitando vestidos ou macacões. É recomendado por ser mais prático e confortável para a própria paciente;
  • Cuidar da higiene, indo sempre de banho tomado.
  • Para que serve e quando ir ao ginecologista

Normalmente você observa os sinais enviados pelo seu corpo quando algo não vai bem? Pois bem, muitas mulheres não observam ou desconhecem esses sinais. No entanto, é fundamental que as mulheres fiquem atentas ao próprio corpo e busquem ajuda médica sempre que percebam algo fora do padrão.  

Nem sempre é fácil perceber que algo está errado com a saúde do útero. Alguns dos problemas que afetam o órgão são silenciosos e muitos apresentam sintomas inespecíficos – ou seja, que podem indicar diversas outras patologias. Além disso, é bastante comum que as mulheres considerem esses desconfortos normais.

A recomendação, contudo, é consultar anualmente um ginecologista. Alguns sintomas podem auxiliar na observação de anormalidades no colo do útero, como:

  • Secreções vaginais anormais: Não ignore secreções com sangue, que tenham odor ou que sejam purulentas, elas podem significar uma infecção vaginal ou uma infecção uterina.
  • Dor no baixo ventre: Há muitos problemas que podem afetar a pelve e causam dor – a infecção é uma delas. Mas a causa também pode ser uterina.
  • Dor na relação sexual: Não é normal sentir dor durante o sexo. Isso pode significar, entre outras patologias, que o útero está com algum problema.
  • Infertilidade: A dificuldade para engravidar pode indicar endometriose ou uma infecção por clamídia, por exemplo.
  • Sangramentos: Sangrar fora do período menstrual deve ser sinal de alerta. Mesmo durante a menstruação, se o volume for grande, também se recomenda procurar um médico. As questões hormonais também interferem nesse sentido.
  • Aumento do volume abdominal: Pode ser um inchaço um pouco mais leve, que pareça um problema no intestino, um pequeno volume no pé da barriga ou mesmo um aumento mais significativo. Em alguns casos, a mulher parece grávida, mas é um mioma, um tumor benigno.
  • Principais doenças que afetam o útero
  • Há diversas patologias que podem atingir o colo do útero (parte mais baixa, que tem contato com a vagina) e o corpo do útero (parte mais alta).
  • Endometriose: Ocorre quando o endométrio, tecido que reveste o útero, deve ser eliminado a cada menstruação. Ou seja, deve ser expelido para fora da cavidade uterina. O problema pode causar sintomas como dores pélvicas na menstruação ou até fora do período menstrual, como: cólicas fortes, sangramento na urina ou nas fezes e infertilidade. O tratamento pode envolver desde o uso de hormônios até a realização de cirurgias.
  • Cervicites: São infecções que atingem o colo do útero, causadas normalmente por doenças sexualmente transmissíveis como gonorreia e clamídia. Elas podem ser assintomáticas ou apresentar quadros como dor e alteração na secreção vaginal. Normalmente, o tratamento é feito por meio de antibióticos.
  • Mioma: é um tumor normalmente benigno (só 0,1% dos casos são malignos) que pode causar dor, sangramento intenso e períodos menstruais prolongados. Há diversas formas de tratamento, que vão desde o uso de hormônios até cirurgia. Não há prevenção para o mioma: sabe-se que o problema afeta mais as mulheres negras e que tem um fator hereditário. A melhor forma de controlar é consultar regularmente o ginecologista e ficar atenta a qualquer alteração no corpo.
  • Infecção por HPV e câncer do colo do útero: O contato com o papilomavírus (HPV) pode gerar lesões e até evoluir para o câncer no colo do útero. Se diagnosticado precocemente, há excelentes chances de cura. Porém, se o problema está mais avançado, podem ser necessários tratamentos como quimioterapia, radioterapia e cirurgia para a remoção do útero ou mesmo de outros órgãos que tenham sido afetados.

Ginecologia Manaus

Se tiver interesse em agendar uma consulta com um ginecologista em Manaus, pode buscar esse profissional no Ipok, um aplicativo inovador de Bem-Estar e Saúde, cujo objetivo é facilitar o dia a dia de usuários que precisam agendar uma consulta médica de forma prática, ágil e segura ou apenas avaliar o atendimento de um profissional de saúde. Além, de efetuar buscas por profissionais especializados de acordo com suas enfermidades e também, poder acompanhar informações detalhadas para cada doença ou diagnóstico médico.

Atenção: A informação descrita acima, serve apenas como apoio e não, substitui em hipótese alguma, a consulta médica com um profissional especializado. Para um diagnóstico preciso, procure uma avaliação médica de sua preferência ou no serviço público de saúde.

FONTE: Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Ginecologia, International Federation of Gynecology and Obstetrics.

Psoríase: O que é

Você sabe o que é psoríase?

Certamente você já ouviu falar ou conhece alguém com psoríase, doença inflamatória crônica, não contagiosa, que atinge cerca de 2% da população mundial.
No Brasil, segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de
Dermatologia (SBD), em 2017, a psoríase atinge 1,31% das pessoas, sendo mais prevalente no Sul (1,86%) e no Sudeste (1,88%), possivelmente por conta de menor irradiação solar e da maior ascendência europeia nessas regiões.


A psoríase é um distúrbio cutâneo que forma manchas espessas, vermelhas e acidentadas, cobertas por escamas prateadas, que podem aparecer em qualquer lugar, mas a maioria aparece no couro cabeludo, cotovelos, joelhos e região lombar. A enfermidade inicia-se, geralmente, na faixa dos 20 aos 30 anos, em ambos os sexos, e tende a persistir por toda a vida, com períodos de melhora e piora.

Sintomas

A psoríase começa como pequenos inchaços vermelhos, que crescem e formam escamas. A pele parece grossa, mas pode sangrar facilmente se você pegar ou esfregar as escamas.
Erupções cutâneas podem coçar e a pele pode ficar rachada e dolorida. As unhas podem formar caroços, engrossar, rachar e ficar soltas.

Diversos fatores ambientais também podem ser o gatilho para o surgimento ou o agravamento da patologia, como estresse, tempo frio, uso de alguns medicamentos (antidepressivos e anti-inflamatórios, por exemplo), infecções, em especial a de garganta, tabagismo e consumo excessivo de álcool.

Causas

Ninguém sabe a causa exata da psoríase, mas os especialistas acreditam que é uma combinação de inúmeros fatores. Quando há algo errado com o sistema imunológico causa inflamação, provocando a formação de novas células da pele muito rapidamente. Normalmente, as células da pele são substituídas a cada 10 a 30 dias. Com a psoríase, novas células crescem a cada 3 a 4 dias. O acúmulo de células antigas sendo substituídas por novas cria essas escamas de prata.
A psoríase não pode ser transmitida de pessoa para pessoa. Às vezes
acontece em membros da mesma família.

Tratamento da psoríase

O tratamento da psoríase é feito de acordo com o tipo e a gravidade. Nos casos mais leves, com poucas lesões e localizadas, o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT), do Ministério da Saúde, determina a utilização de medicamentos externos, como corticosteroides, calcipotriol e ácido salicílico.

Nos moderados e graves, é indicada, como primeira opção, a fototerapia ultravioleta B (UVB) de banda estreita ou psoraleno (fotossensibilizante e estimulante da produção de melanina), associado à fototerapia com ultravioleta A (PUVA). Se não houver resposta após 20 sessões, ou o paciente apresentar alguma restrição, o passo seguinte é a introdução de medicamentos orais sistêmicos (metotrexato, acitretina e ciclosporina).

A última alternativa, quando nenhuma das anteriores der resultado, são os imunobiológicos. Recentemente, inclusive, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou quatro deles no tratamento gratuito da doença em estágio avançado.
São os seguintes: adalimumabe, recomendado para a primeira etapa após falha da terapia padrão; secuquinumabe e ustequinumabe, recomendados para a segunda etapa, após falha da primeira; e etanercepte, recomendado após falha da terapia padrão em crianças.
Eles são aplicados por via subcutânea, como a insulina, uma vez por semana, uma vez por mês ou uma vez a cada três meses.

Medicamentos oferecidos pelo SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) liberou gratuitamente mais quatro
medicamentos para o tratamento de psoríase. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), as novas opções de tratamento são alternativas para casos mais graves da doença ou para quando o paciente não responde bem aos medicamentos já ofertados.
Ainda segundo o MS já eram ofertados pelo SUS, contudo, eram indicados para outras doenças. Entre os medicamentos incluídos para tratamento da psoríase estão: adalimumabe, indicado para a primeira etapa do tratamento após falha da terapia padrão para psoríase; o secuquinumabe e o ustequinumabe, indicados na segunda etapa do tratamento após falha da primeira; e o etanercepte, indicado na primeira etapa de tratamento da psoríase após falha da terapia padrão em crianças.

Tratamentos especializados da psoríase em Manaus

Referência no tratamento de doenças voltadas à Dermatologia em Manaus, a Fundação Alfredo da Matta (FUAM), diagnostica em média cerca de 200 novos casos de psoríase por ano no Amazonas.
Atualmente, a Fuam é a única unidade de saúde da rede pública no Amazonas a possuir equipamento para tratamento de fototerapia. Inaugurada em maio deste ano, a fototerapia substitui o tratamento com medicações tópicas, diminuindo os custos para o Estado e reduzindo também os efeitos colaterais provocados pelos medicamentos. Além de oferecer aos pacientes desde o tratamento com tecnologias de ponta até acompanhamento psicológico após o diagnóstico.
Além da intervenção medicamentosa e fototerápica, especialistas acreditam que o tratamento deve incluir acompanhamento psicoterápico, que apoia o paciente a enfrentar o preconceito com a doença e assim ter mais qualidade de vida. Na rede pública estadual, os pacientes contam com um grupo de apoio a pacientes com psoríase, que desenvolve atividades lúdicas e de educação em saúde, permitindo sensibilizar pacientes, e promovendo maior interação com os profissionais de saúde.

Atenção: A informação descrita nesse portal, serve apenas como apoio e não, substitui em hipótese alguma, a consulta médica com um profissional especializado. Para um diagnóstico preciso, procure uma avaliação médica de sua preferência ou no serviço público de saúde.
FONTE: Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Dermatologia, Fundação Alfredo da Matta e International Society of Dermatology.

Vitiligo, o que é? Conheça o distúrbio que acomete a pele

Segundo pesquisas, cerca de 1% da população mundial apresenta o distúrbio e as primeiras manchas surgem na infância ou no início da vida adulta

Vitiligo

O vitiligo é uma doença autoimune caracterizada pela perda de coloração da pele cuja principal característica da doença é o aparecimento de manchas brancas devido a diminuição ou ausência dos  melanócitos (célula responsável pela produção de melanina). Geralmente é desencadeada por um trauma ou estresse, seja ele físico ou emocional.

Como qualquer outro distúrbio que acomete a pele, por exemplo a psoríase, por falta de informação a população acredita que o vitiligo é contagioso. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 30% dos casos de vitiligo estar relacionado ao histórico familiar. Além do incômodo estético que a doença causa para o portador, o vitiligo também pode afetar a vida social e emocional do paciente. 

Conheça os tipos de vitiligo

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), classifica a doença em dois tipos, são eles:

  • Segmentar ou unilateral: afeta somente uma única parte do corpo, o problema também pode acometer o cabelo influenciando na perda da cor dos fios, esse tipo de vitiligo costuma manifestar-se no início da vida adulta.
  • Não segmentar ou bilateral: é o tipo de vitiligo mais comum, se manifesta nas mãos, nos pés, joelhos, nesse caso as manchas brancas costumam surgir nas extremidades. 

Quais são os sintomas do vitiligo?

O sintoma mais visível da doença é o surgimento de manchas brancas na pele, mas existem alguns caso no qual o paciente tem sensibilidade nas regiões afetadas pelo distúrbio. questões emocionais também estão relacionados ao vitiligo, principalmente pelo fato da estética, a doença pode desenvolver uma série de problemas como baixa auto estima, depressão e dificuldade de se relacionar com outras pessoas. 

Para isso é aconselhado além do tratamento com o dermatologista um acompanhamento com um psicólogo para tratar da parte emocional e social do paciente.

Diagnóstico e tratamento do vitiligo

O diagnóstico do distúrbio deve ser feito por um dermatologista, somente ele poderá analisar o caso e averiguar se há alguma doença autoimune associada e indicar o tratamento mais adequado. 

O especialista poderá pedir o histórico e exames de sangue para eliminar possíveis outras causas da doença, também pode ser pedido um a biópsia da pele para retirada de todas as dúvidas, a biópsia detecta a presença ou não de melanócitos na região afetada.

Apesar de ainda ter causa desconhecida o tratamento do vitiligo consiste em melhorar o aspecto da pele, porém os resultados são imprevisíveis, em alguns casos o paciente pode sofrer com algum efeito colateral. 

Além disso, o uso de cremes, corticóides podem melhorar a aparência da pele. Cremes a base de vitamina D também são aconselhados pelo dermatologista. 

Os procedimentos usados para o tratamento do vitiligo são o psoraleno (terapia de luz) e a despigmentação, em casos mais graves faz-se o uso de cirurgias (isso quando os outros procedimentos não funciona), a cirurgia tem como objetivo melhorar o tom de pele, as cirurgias feitas são enxerto de pele e enxerto por bolhas. 

O tratamento pode controlar e desacelerar a doença e até mesmo melhorar a aparência da pessoa, mas não depende exclusivamente da terapia, e sim da reação do organismo aos medicamentos e cirurgias. 

Como encontrar um dermatologista em Manaus?

O dermatologista em manaus  pode ser encontrado no Sistema Único de Saúde (SUS), ou em consultórios particulares. Para garantir que a consulta será com um profissional qualificado, a plataforma de agendamento e marcação de consultas ipok, conta com especialistas disponíveis para sua necessidade. 

Baixando o aplicativo ipok você pode marcar sua consulta através do celular, no tempo e horário que você deseja e, parcelar em até 6x no cartão de crédito. A plataforma chegou para facilitar a sua vida aliada a tecnologia. 

O que é a Angina?

Saiba tudo sobre o incômodo e suas principais causas

A angina pectoris caracteriza-se através de uma dor no peito, sensação de pressão, aperto e queimação torácica causada pela falta de oxigênio e nutrientes no coração. Esse problema acontece devido o estreitamento das artérias que levam sangue ao órgão. Se não houver nenhum controle médico, a evolução da angina pode levar a um ataque cardíaco.

Há uma diferença entre a angina estável e angina instável, na estável os sintomas são perceptíveis e têm a duração de 3 a 15 minutos, já na instável, os sintomas podem ser sentidos a qualquer momento seguido de um provável ataque cardíaco. Existe também a angina variante, seus sintomas são sentidos pela noite ou nas primeiras horas do dia quando a pessoa ainda está em repouso. 

Principais causas da angina

A aterosclerose, doença causada pela formação de gorduras nas artérias é a principal causa de angina, diminuindo o fluxo sanguíneo e reduzindo o oxigênio no órgão. Outros problemas podem ocasionar a angina, é o caso da anemia profunda ou quando o coração está hipertrofiado mesmo que não haja obstrução das artérias coronárias.

Sintomas

A angina é manifestada através da doença arterial coronária, mas, a falta de ar, 

desmaios, dores no peito e arritmias são sinais do problema. O desconforto pode aparecer por partes do corpo como a região dos braços, costas e ombros, e na maioria das vezes em pessoas do sexo feminino.

Fatores de risco

Os principais fatores de risco para o incômodo, são:

  • Obesidade;
  • Tabagismo;
  • Sedentarismo;
  • Hipertensão arterial;
  • Diabetes e colesterol elevados;
  • Fatores hereditários;

Diagnóstico e tratamento

No caso de angina o aconselhável é procurar um cardiologista, o qual passará exames como:

  • Eletrocardiograma;
  • Teste de esforço;
  • Ecocardiograma;
  • Angiografia coronária;
  • Monitoração contínua de ECG;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética;

O tratamento baseia-se em medicações específicas para cada caso, procedimentos cirúrgicos, como as pontes de safena ou uso de cateter.

Fique ligado! Para evitar esse problema e as demais doenças cardíacas algumas mudanças devem ser feitas na rotina, como a realização de atividades físicas, uma alimentação rica em proteínas, fibras, frutas e legumes e ter o controle dos fatores de risco.

Para ficar por dentro desse e de vários outros assuntos relacionados a saúde, acesse: https://ipok.app/Blog

Saiba a importância da atividade física no dia-a-dia

A prática de atividade física reduz o risco de doença cardíaca entre outros problemas

A prática regular de exercícios físicos auxilia no bem-estar físico, mental e emocional do ser humano. As pessoas que praticam qualquer movimento corporal têm menos chances de desenvolver doenças cardíacas. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS), vem conscientizando os países quanto os benefícios da atividade física na vida das pessoas, dando ênfase a mudança no estilo de vida sedentário.

Para o cardiologista, Dr. Bernardo Medeiros, as pessoas devem estar atentas ao mal que o sedentarismo pode causar. “Outros fatores como obesidade, diabetes, pressão alta, também são importantes e determinantes para a ocorrência de doenças cardiovasculares”, cita o médico.

Além disso, a atividade física pode colaborar com o aumento do metabolismo energético, contribuindo com a queima de calorias e com isso menor peso corporal.

Segundo pesquisas, todo indivíduo deve praticar algum tipo de exercício físico de duas a três vezes por semana por pelo menos 30 minutos.

Antes de iniciar qualquer atividade física é importante consultar um médico para avaliação do seu quadro de saúde e indicação de exercícios adequados para sua rotina.

Confira os principais benefícios que a atividade física traz: 

  • Diminui os riscos de desenvolver doenças cardíacas e morte prematura;
  • Retarda o aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT);
  • Reduz o risco de infarto;
  • Diminui o risco de desenvolver pressão alta;
  • Diminui o risco de desenvolver diabetes; hipertensão; aumento do colesterol; trombose; angina; infarto; morte súbita; osteoporose, entre outros.
  • Reduz o risco de câncer de colo uterino e intestino;
  • Melhora a aptidão cardiorrespiratória;
  • Reduz o estresse e ansiedade;
  • Ajuda a manter o peso ideal;
  • Fortalece os músculos, articulações e ossos;
  • Proporciona uma vida mais ativa;
  • Proporciona maior expectativa de vida;
  • Resistência contra doenças;

Lembre-se! Alguns minutos de atividade física é mais satisfatório do que anos de tratamento médico. O exercício físico é um poderoso remédio para os males do corpo e cabeça.

Veja algumas dicas fundamentais para iniciar sua vida saudável:

  • Encontre um local adequado e que você se sinta bem, como parques, academias e praças.
  • Corridas e caminhadas ao ar livre são bem-vindas;
  • Procure uma atividade na qual você se sinta feliz ao fazê-la;
  • Pratique a educação física com um amigo(a); namorado(a); isso pode ser um estímulo a mais;
  • Faça uma dieta rica em frutas e legumes;
  • Saia para passear com seu animal de estimação; 
  • Dance;
  • Durma pelo menos oito horas por dia;
  • E o mais importante, movimente-se!

Qualquer dúvida, procure seu médico, ele saberá planejar sua rotina para praticar atividade física e alcançar uma melhor qualidade de vida.

O ipok tem profissionais qualificados, cardiologista manaus e competentes que podem lhe ajudar, clique aqui e confira.

O que é hipertensão

A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9). A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.  A pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. 

O problema é herdado dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, como os hábitos de vida do indivíduo.

Causas da pressão alta

Essa doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles:

  • Fumo
  • Consumo de bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Estresse
  • Elevado consumo de sal
  • Níveis altos de colesterol
  • Falta de atividade física;

Além desses fatores de risco, sabe-se que a incidência da pressão alta é maior na raça negra, em diabéticos, e aumenta com a idade.

No Brasil, 388 pessoas morrem por dia por hipertensão

Sintomas da pressão alta

Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito: podem ocorrer dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal. Caso sinta algum desses sintomas, encontre um cardiologista em Manaus e agende uma consulta.

Tratamento

A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Diagnóstico

Medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão. Pessoas acima de 20 anos de idade devem medir a pressão ao menos uma vez por ano. Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano.

Prevenção

Além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:

  • Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
  • Não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
  • Praticar atividade física regular;
  • Aproveitar momentos de lazer;
  • Abandonar o fumo;
  • Moderar o consumo de álcool;
  • Evitar alimentos gordurosos;
  • Controlar o diabetes.

Pressão alta na gravidez

As alterações hipertensivas da gestação estão associadas a complicações graves fetais e maternas e a um risco maior de mortalidade materna e perinatal. Nos países em desenvolvimento, a hipertensão gestacional é a principal causa de mortalidade materna, sendo responsável por um grande número de internações em centros de tratamento intensivo.

Prevenção

Em mulheres com pressão alta, a avaliação pré-concepcional permite a exclusão de hipertensão arterial secundária, aferição dos níveis pressóricos, discussão dos riscos de pré-eclâmpsia e orientações sobre necessidade de mudanças de medicações no primeiro trimestre de gravidez. Caso seja necessário, encontre um cardiologista em Manaus e agende uma consulta para seu check-up.

Mulheres com hipertensão dentro da meta pressórica e com acompanhamento regular geralmente apresentam um desfecho favorável. Por outro lado, mulheres com controle pressórico insatisfatório no primeiro trimestre de gravidez têm um risco consideravelmente maior de morbimortalidade materna e fetal (JAMES; NELSON-PIERCY et al., 2004).

Tratamento

O tratamento da pressão alta leve na grávida deve ser focado em medidas não farmacológicas, já nas formas moderada e grave pode-se optar pelo tratamento usual recomendado para cada condição clínica específica.

Independente da etiologia da hipertensão arterial na gestação, é fundamental que a equipe de Saúde esteja atenta ao controle pressórico e avalie a possibilidade de encaminhamento ao serviço de pré-natal de alto risco.

Atenção Especializada

O cuidado ao indivíduo portador de pressão alta, com exames e procedimentos mais complexos a complicações provenientes dessa doença, é realizado no âmbito da média e alta complexidade do SUS. Estes indivíduos deverão ser encaminhados para pontos de atenção de densidade tecnológica equivalente e com equipes de saúde preparadas para a abordagem.

Os métodos diagnósticos e terapêuticos para os quais há evidências de eficácia e segurança são ofertados pelos SUS, mediante organização da rede pelo gestor local e financiamento via teto de Média e Alta Complexidade. Caso tenha interesse, você poderá encontrar cardiologista em Manaus neste link.